Gastronomia

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Postado em: 26.07.2013

Muito se fala sobre o vinho e a saúde e de tempos em tempos nos deparamos com notícias na TV, artigos em revistas ou na internet falando sobre mais alguma propriedade encontrada no vinho que, por vezes, dizem ser até milagrosa.

É fato que o vinho faz bem ao organismo, principalmente pela presença dos polifenóis, que são substâncias produzidas naturalmente pelos vegetais e servem como armas de defesa das plantas e estão presentes especialmente nas cascas e sementes das uvas.

Atualmente, o polifenol mais citado no mundo do vinho tem sido o resveratrol (ou transresveratrol). Várias pesquisas acadêmicas demonstram que este composto possui ação de proteção contra diversos tipos de cânceres. Só aí já é válido comemorar.

Além disso a ingestão de vinho ajuda na circulação do sangue e consequentemente a prevenir doenças cardíacas e respiratórias. Alguns vinhos possuem mais resveratrol do que outros, que estão presentes na bebida através dos taninos. Há indícios de que os vinhos feitos com a uva Tannat tenham essa vantagem.

Os benefícios para a saúde não param por aí e é possível elencar vários outros, mas mais importante do que isso é entender como deve ser consumido esse vinho para que ele realmente faça bem. Médicos recomendam uma taça (mas é uma taça mesmo, e pequena) de vinho no almoço e outra no jantar. Mesmo com o álcool presente – que inclusive já existem estudos tentando provar que ele faz bem em quantidades pequenas – o vinho consumido nesta quantidade pode ajudar a curar diversos males e prevenir outros tantos.

Então já sabe: para fazer bem, beba pouco. E não vale acumular as taças da semana e beber 1 garrafa inteira de uma só vez no final de semana, pois com certeza o efeito não será o mesmo.

Daniel Perches é publicitário e blogueiro de vinhos. Seu blog é www.vinhosdecorte.com.br


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